domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
O que não pode faltar na pré-escola
Essa é uma fase de ampliação do universo de informações: a mamãe é
vendedora, o papai é motorista, o herói preferido voa, o livro de
histórias fala de uma princesa bonita e corajosa. O meio de processar e
assimilar tantos assuntos - enfim, entender o mundo - é brincar de
faz-de-conta. "A complexidade da fantasia criada depende das
experiências já vividas. Por isso, é fundamental oferecer ambientes
ricos em possibilidades", afirma Zilma Galvão, da USP.
O que propor As
crianças ainda se divertem com os brinquedos de encaixar ou no parque,
mas na pré-escola ganham destaque os jogos de regras - que exigem
cumprimento de normas, concentração e raciocínio - e, principalmente, os
simbólicos, em que se assumem papéis. Elas se apropriam dos elementos
da realidade e dão a eles novos significados. Por meio da fantasia,
aprendem sobre cultura. Ao dar bronca em uma boneca, por exemplo, os
pequenos usam frases ouvidas de diálogos dos adultos, da TV e, em
especial, de livros de histórias. A literatura traz elementos ausentes
do cotidiano.
A meninada vai se tornando capaz de interagir com as brincadeiras por um tempo maior e considerar que os outros podem participar também. "No faz-de-conta, acontece algo íntimo que não se deve atropelar. O professor contribui com um gesto, uma palavra ou um brinquedo, mas a turma é livre para aceitar ou não", explica Zilma.
Uma boa estratégia para enriquecer o brincar é atrair a garotada para espaços diferenciados, como o canto da casinha, do salão de maquiagem, da mecânica ou da biblioteca. O cenário, por si só, avisa a proposta da brincadeira e pressupõe papéis. Depois, com o tempo, o grupo mesmo produzirá outros.
Esta pré-escola faz Na CMEI Patrícia Galvão, em Guarulhos, na Grande São Paulo, o brincar é encarado como uma situação cotidiana e um direito das crianças. Em todas as salas ficam fantoches, fantasias e cenários para as atividades simbólicas, bastante apreciadas. Quando enjoam, os pequenos vão à brinquedoteca e os trocam por outros. Não são raras as vezes em que a turma de 4 anos se empolga com um livro lido em sala, corre para o canto em que ficam as fantasias e assume o papel dos personagens. Segundo a diretora Djenane Martins Oliveira, para garantir e melhorar as possibilidades de experimentação lúdica, os pequenos têm acesso diário a brinquedos de variados materiais, como tecido, plástico, madeira e espuma. Há também aqueles que não parecem, mas são brinquedos também, como pedrinhas, grama e areia. "Sempre temos à disposição das crianças caixas de papelão, que elas usam para produzir objetos que são incluídos nas atividades por elas mesmas."
FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/nao-pode-faltar-pre-escola-428529.shtml?page=0

BRINCAR Nessa fase, a turma já compartilha momentos no parque (à esq.) e no faz-de-conta (direita). Fotos: Leo Drumond/Ag. Nitro
A meninada vai se tornando capaz de interagir com as brincadeiras por um tempo maior e considerar que os outros podem participar também. "No faz-de-conta, acontece algo íntimo que não se deve atropelar. O professor contribui com um gesto, uma palavra ou um brinquedo, mas a turma é livre para aceitar ou não", explica Zilma.
Uma boa estratégia para enriquecer o brincar é atrair a garotada para espaços diferenciados, como o canto da casinha, do salão de maquiagem, da mecânica ou da biblioteca. O cenário, por si só, avisa a proposta da brincadeira e pressupõe papéis. Depois, com o tempo, o grupo mesmo produzirá outros.
Esta pré-escola faz Na CMEI Patrícia Galvão, em Guarulhos, na Grande São Paulo, o brincar é encarado como uma situação cotidiana e um direito das crianças. Em todas as salas ficam fantoches, fantasias e cenários para as atividades simbólicas, bastante apreciadas. Quando enjoam, os pequenos vão à brinquedoteca e os trocam por outros. Não são raras as vezes em que a turma de 4 anos se empolga com um livro lido em sala, corre para o canto em que ficam as fantasias e assume o papel dos personagens. Segundo a diretora Djenane Martins Oliveira, para garantir e melhorar as possibilidades de experimentação lúdica, os pequenos têm acesso diário a brinquedos de variados materiais, como tecido, plástico, madeira e espuma. Há também aqueles que não parecem, mas são brinquedos também, como pedrinhas, grama e areia. "Sempre temos à disposição das crianças caixas de papelão, que elas usam para produzir objetos que são incluídos nas atividades por elas mesmas."
FONTE: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/4-a-6-anos/nao-pode-faltar-pre-escola-428529.shtml?page=0
domingo, 9 de junho de 2013

Durante as aulas da professora Carmen Orofino, na Escola Viva, em São Paulo, as crianças soltam a imaginação: derretem-se no chão como um sorvete, flutuam imitando um floco de algodão, correm como um rio e até voam feito uma borboleta. Isso porque, todos os anos, elas são convidadas a se envolver num projeto de expressão corporal baseado no uso intencional de movimentos inspirados em brincadeiras e histórias recorrentes na vida dos pequenos. Seguindo a metodologia bem planejada pela professora, eles acabam descobrindo que o corpo fala e chegam à 1ª série com os membros mais flexíveis, praticando Educação Física com mais prazer.
A apresentação para os pais no fim do ano é sempre muito esperada, mas ela não deve ser o único objetivo do trabalho. Outra coisa que se evita é focar o projeto no estudo sistematizado de uma técnica de dança específica. "Isso até pode acontecer com alunos que já passaram dos 7 anos", aconselha Carmen. "O mais importante, ao longo do calendário de atividades, é a sala virar um laboratório de experimentos e que o corpo das crianças se transforme de fato num instrumento de comunicação e expressão", resume a coordenadora pedagógica Leila Bohn. As estratégias utilizadas na escola paulistana deixam todo mundo falando pelos cotovelos e pelos pés, mãos, braços, cabeça...
Sequência de atividades 1. A CONQUISTA DA TURMA
Um bom projeto de expressão corporal começa com estratégias que atraiam todos os alunos, inclusive os meninos, que algumas vezes demoram mais para se envolver. Na Escola Viva, Carmen fala para a garotada sobre os benefícios da dança e promove uma apresentação dos alunos mais velhos. Turma formada, ela convida todos a ficar de frente para o espelho, executar movimentos livres e depois fazer um desenho que mostre a relação entre o tamanho do corpo e o da sala de aula. Alguns se imaginam bem pequenos nela, mas depois descobrem que o corpo ocupa um grande espaço.
2. APRECIAR DIFERENTES ESTILOS
Para mostrar formas diversas de dançar à garotada, a professora exibe obras de arte, fotografias e vídeos de balé clássico e contemporâneo, danças de rua como o break e o street dance, variações do hip hop, e promove pequenas discussões sobre as maneiras de o corpo se expressar. Todos são convidados a falar sobre as principais características de cada tipo de dança. A aula de 50 minutos é ministrada duas vezes por semana, no turno inverso.
3. IMAGINAÇÃO VIRA MOVIMENTO
É importante sistematizar as atividades. As aulas sempre começam com alongamento, passam para o aquecimento e terminam com a realização de passos que expressem determinada mensagem, previamente combinada entre a professora e a garotada. É nesse momento que entra em cena a imaginação. Voar, derreter, correr e balançar são imagens que se concretizam em frente ao espelho. Alguns movimentos são feitos com o auxílio de cordas e bolinhas que são jogadas por cima da cabeça dos colegas. O ritmo é dado pela música e por marcas coloridas feitas no chão. Algumas coreografias surgem da imitação de desenhos animados, como Barbie, o Quebra-Nozes, em que a personagem se imagina dançando o famoso balé.
terça-feira, 4 de junho de 2013
O Ato De Brincar Inserido Na Prática Do Professor De Educação Infantil
O educador deve inserir essa atitude lúdica na sua prática pedagógica. Seria necessário que educadores e escolas resistissem a qualquer pressão, como listagem de conteúdos a serem vencidos, a cobrança dos pais quanto à quantidade de produção escrita, entre outras, transformando a sala de aula num espaço de maior criatividade, liberdade e ludicidade, no qual a criança pudesse desenvolver sua autonomia, tornando-se agente do seu próprio caminhar durante o brincar.
Fonte:http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/o-ato-de-brincar-inserido-na-pratica-do-professor-de-educacao-infantil/
Fonte:http://www.pedagogiaaopedaletra.com.br/posts/o-ato-de-brincar-inserido-na-pratica-do-professor-de-educacao-infantil/
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